https://revistas.ucp.pt:443/index.php/lusitaniasacra/issue/feed Lusitania Sacra 2021-03-30T15:47:37+00:00 Pedro Lourenço Feliciano (Secretário editorial) pfeliciano@ucp.pt Open Journal Systems <p><strong>Lusitania Sacra</strong><br><span style="text-align: justify;">Revista científica de periodicidade semestral, editada pelo Centro de Estudos de História Religiosa da Universidade Católica Portuguesa (UCP-CEHR). Tem por missão promover e divulgar o estudo da história dos fenómenos e dinâmicas sociais do ponto de vista das suas articulações religiosas, inscritos no espaço histórico português. Aberta ao conjunto da comunidade científica, a revista preenche um campo único na historiografia portuguesa.<br><strong>p-ISSN</strong>: 0076‑1508 | <strong>e-ISSN</strong>: 2182‑8822<br></span></p> https://revistas.ucp.pt:443/index.php/lusitaniasacra/article/view/9649 Apresentação do dossiê 2021-03-30T15:47:37+00:00 Nuno Estêvão Ferreira exemplo@ucp.pt 2021-01-21T00:00:00+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://revistas.ucp.pt:443/index.php/lusitaniasacra/article/view/9650 Práticas religiosas na Misericórdia de Viana do Castelo no século XIX 2021-03-30T15:47:34+00:00 António Magalhães exemplo@ucp.pt <p>Ainda que fossem confrarias de leigos, as Misericórdias conferiam, desde os tempos fundacionais, uma&nbsp;enorme atenção às celebrações religiosas. O mesmo procedimento era observado na Santa Casa de Viana do Castelo,&nbsp;canalizando desde a fundação, em novembro de 1521, significativos recursos para a celebração de atos de culto e&nbsp;outras manifestações religiosas. Tendo presente o cenário observado durante o Antigo Regime, faz-se um levantamento&nbsp;das mais significativas práticas religiosas patrocinadas por esta confraria durante o século XIX, à luz de um novo&nbsp;tempo, cujas marcas mais significativas se identificam a partir da institucionalização do poder saído da revolução&nbsp;liberal de 1820. Através da análise da documentação existente no arquivo histórico da instituição, estabelece-se&nbsp;um modelo que visa esclarecer as marcas de continuidade ou de rotura relativamente aos séculos precedentes.&nbsp;</p> 2021-01-21T00:00:00+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://revistas.ucp.pt:443/index.php/lusitaniasacra/article/view/9651 A Sociedade Bíblica e a promoção da influência educativa e civilizadora da Bíblia no Portugal do século XIX 2021-03-30T15:47:31+00:00 Rita Mendonça Leite exemplo@ucp.pt <p>O projeto de divulgação da Bíblia promovido e liderado no século XIX em Portugal pela Sociedade&nbsp;Bíblica Britânica e Estrangeira (SBBE) assentou num objetivo fundamental: fazer chegar à população portuguesa&nbsp;os textos bíblicos em português. A vulgarização das Escrituras, que a SBBE procurou não fazer depender do maior&nbsp;ou menor grau de alfabetização dos espaços onde intervinha, correspondia contudo a um projeto educativo amplo&nbsp;que, sendo representado como contraposição do «conhecimento» à «ignorância», valorizava a possibilidade de se&nbsp;aceder diretamente aos textos e dinamizava a literacia como questão de princípio. O percurso da Sociedade Bíblica&nbsp;em Portugal é por conseguinte também o da história da promoção da «influência educativa da Bíblia», com uma&nbsp;tradução ampla nos campos da instrução e das dinâmicas juvenis, na definição de programas moralizadores e na&nbsp;diversificação do universo literário e teológico cristão.</p> 2021-01-21T00:00:00+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://revistas.ucp.pt:443/index.php/lusitaniasacra/article/view/9652 Confronto e compromisso nas nomeações episcopais oitocentistas: O caso de D. António Aires de Gouveia 2021-03-30T15:47:28+00:00 Adélio Abreu exemplo@ucp.pt <p>Com o triunfo do liberalismo em Portugal em 1834, o controlo político das nomeações episcopais foi&nbsp;inequívoco. A nomeação governamental e a sucessiva confirmação romana conferiam enorme complexidade ao&nbsp;provimento das dioceses, num tempo em que os equilíbrios entre política e religião ganhavam novos contornos,&nbsp;nomeadamente quando a política liberal desejava candidatos sensíveis aos seus ideais e interesses, e o entendimento&nbsp;da Santa Sé privilegiava a obediência romana mesclada de simpatias legitimistas. Os conflitos em torno dos perfis&nbsp;dos candidatos adensavam-se, resistindo a Santa Sé à confirmação dos nomes apresentados e recusando-se o poder&nbsp;político a alterá-los. Tais conflitos desaguaram frequentemente em impasses, que as negociações diplomáticas só a&nbsp;custo iam conseguindo resolver, entre cedências e compromissos. Uma destas longas vacâncias abriu-se na diocese&nbsp;do Algarve em 1871, com a transferência de D. Inácio Morais Cardoso para o patriarcado de Lisboa. A diocese ficou&nbsp;sem bispo cerca de 13 anos, até à chegada de D. António Mendes Belo em 1884. De permeio, desenvolveu-se uma&nbsp;longa pendência em torno de António Aires de Gouveia, apresentado para aquele bispado depois de um passado&nbsp;maçónico e regalista e de uma meteórica ascensão ao presbiterado. É este o caso que este artigo estuda no detalhe&nbsp;das suas etapas, enquanto, no seu longo impasse e na complexidade da sua resolução, ilustra o confronto e&nbsp;compromisso nas nomeações episcopais oitocentistas.</p> 2021-01-21T00:00:00+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://revistas.ucp.pt:443/index.php/lusitaniasacra/article/view/9653 Portugal após o golpe de 1926: a sombra do Padroado e as iniciativas da ditadura militar 2021-03-30T15:47:24+00:00 Omar Viganò exemplo@ucp.pt <p>Em 28 de maio de 1926 um golpe de estado estabelece uma ditadura militar em Lisboa. O novo regime&nbsp;de Mendes de Cabeçadas promove medidas orientadas para os pedidos da Igreja Portuguesa e envolve personalidades&nbsp;do mundo católico na formação do governo. Estas iniciativas, em vez de revelar a adesão do episcopado&nbsp;ao golpe ou ser a evidência de uma estratégia política, respondem à necessidade urgente de preservar os direitos&nbsp;de nomeações para o serviço eclesial do Padroado, depois de a Santa Sé, numa Nota da Secretaria de Estado de&nbsp;Fevereiro do mesmo ano, manifestar a vontade de revogar os privilégios que Lisboa ainda exercia nas colónias&nbsp;das Índias Orientais. Nesta situação, ocorre a primeira aparição de um professor universitário pouco conhecido no&nbsp;Ministério das Finanças, António de Oliveira Salazar, destinado a tornar-se a figura política mais relevante da história&nbsp;portuguesa do século XX.</p> 2021-01-21T00:00:00+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://revistas.ucp.pt:443/index.php/lusitaniasacra/article/view/9654 “Uma experiência interessante”: o Estado Novo português e o cristianismo holandês nas décadas de 1930 e 1940 2021-03-30T15:47:20+00:00 Tom-Eric Krijger exemplo@ucp.pt <p>Em 1933, um ano após a sua tomada de posse como Presidente do Conselho de Portugal, António de&nbsp;Oliveira Salazar conseguiu ver aprovada uma nova Constituição, reorganizando a política, a sociedade civil e a economia&nbsp;portuguesas numa base corporativista. Este artigo aborda o interesse notável que o Estado Novo salazarista&nbsp;despertou nos círculos dos partidos políticos cristãos nos Países Baixos (Holanda) por volta de 1940. Procura-se&nbsp;argumentar que tal interesse teve a ver com a então segmentação institucional da sociedade holandesa, na base&nbsp;de diferenças políticas e religiosas, conhecida na historiografia como ‘verzuiling’ ou ‘pilarização’. Alguns intelectuais&nbsp;católicos defendiam que a comunidade católica holandesa não devia contentar-se com o seu próprio ‘zuil’ ou ‘pilar’,&nbsp;mas, pelo contrário, devia aspirar a uma reconfiguração da sociedade em conformidade com a Doutrina Social da&nbsp;Igreja Católica, a exemplo do Estado Novo português. Por outro lado, alguns ‘fazedores de opinião’ protestantes&nbsp;holandeses consideravam o Estado Novo como paradigma de um estado estruturado ‘organicamente’, exibindo uma&nbsp;alternativa para a segregação ‘pilarizada’ na nação holandesa, algo que eles contestavam profundamente. Além&nbsp;disso, os admiradores holandeses de Salazar, tanto católicos como protestantes, acreditavam que o Estado Novo se&nbsp;baseava em princípios que ofereciam tanto uma solução para&nbsp;a crise política e económica que afetava a Holanda&nbsp;na década de 1930, como um fundamento para a reconstrução do seu país depois da invasão alemã-nazi em 1940.</p> 2021-01-21T00:00:00+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://revistas.ucp.pt:443/index.php/lusitaniasacra/article/view/9655 Um olhar sobre a presença portuguesa em Roma: Mons. José de Castro no quadro de uma narrativa de glorificação Patriótica 2021-03-30T15:47:16+00:00 Henrique Manuel Pereira exemplo@ucp.pt Sandra Vale exemplo@ucp.pt <p>Enquanto Conselheiro Eclesiástico da Legação de Portugal junto da Santa Sé (1930-1944), Mons. José de&nbsp;Castro retirou máximo partido dos arquivos romanos, concretizando um apreciável levantamento e sistematização&nbsp;de fontes sobre acontecimentos e figuras que notabilizaram Portugal em Roma e no mundo. Dali resultou, entre&nbsp;outras obras, <em>Portugal em Roma</em> (1939), marco na obra bibliográfica do sacerdote, diplomata, jornalista e investigador&nbsp;transmontano. Com destaque para a correspondência inédita, e na passagem dos 80 anos da publicação&nbsp;da obra, o presente artigo traça-lhe a motivação e o contexto, evoca as grandes celebrações dos centenários da&nbsp;independência, bem como&nbsp;as negociações para a assinatura da Concordata e do Acordo Missionário entre o Estado&nbsp;português e a Santa Sé.</p> 2021-01-21T00:00:00+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://revistas.ucp.pt:443/index.php/lusitaniasacra/article/view/9656 Os Cristãos pelo Socialismo em Portugal: uma história por contar. Subsídios para uma aproximação do mapa intelectual do Movimento 2021-03-30T15:47:13+00:00 Pedro Silva Rei exemplo@ucp.pt <p>Funcionando como um laboratório, a observação do grupo português dos Cristãos pelo Socialismo possibilitará&nbsp;desenvolver uma reflexão alargada referente à heterogeneidade do universo católico português. No presente&nbsp;artigo, temos como objetivo mapear os principais eixos do debate deste conjunto de cristãos que «fizeram uma&nbsp;opção socialista», em ordem a decifrar a preponderância e o papel desta parcela do movimento católico enquanto&nbsp;dinâmica de militância político-religiosa no início da década de 1970 em Portugal.</p> 2021-01-21T00:00:00+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://revistas.ucp.pt:443/index.php/lusitaniasacra/article/view/9657 O Testamento de D. Pedro Martins, bispo de Coimbra, e as suas relações de parentesco com a aristocracia medieval coimbrã 2021-03-30T15:47:10+00:00 Leontina Ventura exemplo@ucp.pt João da Cunha Matos exemplo@ucp.pt <p>É um estudo de um caso no qual se revelam as estruturas de parentesco, os meios usados para se introduzir&nbsp;e prosperar na organização eclesiástica – e em outras – assim como o poder proveniente dos meios materiais de&nbsp;fortuna, a observância das práticas de piedade e o alto nível cultural alcançado por um clérigo português. Com base&nbsp;no testamento do bispo de Coimbra D.&nbsp;Pedro Martins (1297-1301), faz-se a sua inserção e a dos seus parentes nas&nbsp;instituições a que pertenceu, revelam-se as suas origens, tanto familiares como sociais, reconstitui-se a imagem do&nbsp;seu património, da sua “casa” (da sua vassalidade) e da sua cultura. Esse testamento é, ele próprio, um poderoso&nbsp;instrumento de representação, capaz de incorporar e de refletir um elevado patamar de distinção social.</p> 2021-01-21T00:00:00+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://revistas.ucp.pt:443/index.php/lusitaniasacra/article/view/9659 Da Gallaecia a Portugal: a conceção do espaço ocidental peninsular em duas crónicas do século XIII 2021-03-30T15:47:06+00:00 Filipe Ferreira Bastos exemplo@ucp.pt <p>No início do século XIII, um novo cenário político-militar na Península Ibérica levou a que os principais&nbsp;atores políticos sentissem a necessidade de enquadrar a sua atuação, bem como a sua visão da <em>Hispania</em>. O discurso historiográfico, de certa forma ‘abandonado’ durante décadas, torna-se central na política dos reinos ibéricos, motivo&nbsp;pelo qual foi retomado com grande vigor no reinado de Fernando III (1217/1230-1252), precisamente o monarca&nbsp;que agregou uma vez mais as coroas de Castela e Leão. É neste contexto que surgem as crónicas analisadas neste&nbsp;estudo – o <em>Chronicon Mundi</em> e o <em>De rebus Hispanie</em>. O presente estudo procura analisar de uma forma extensiva&nbsp;estas obras, nomeadamente no que diz respeito à conceção de espaço/território e também quanto à narrativa&nbsp;relativamente ao processo que viria a resultar na autonomia do reino de Portugal.</p> 2021-01-21T00:00:00+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://revistas.ucp.pt:443/index.php/lusitaniasacra/article/view/9660 Cem anos de confusão: da invasão à capitulação da mística no século XVII francês 2021-03-30T15:47:00+00:00 Alexandre Freire Duarte exemplo@ucp.pt <p>Por uma convergência de fatores fora do comum, mas historicamente compreensíveis e bem conhecidos,&nbsp;o início do séc. XVII vê, em França, o surgir de, nas palavras de Henri Bremond, uma série de “invasões místicas”. Estas&nbsp;invasões configuraram uma espiritualidade católica centrada na vivência de uma relação íntima do sujeito com Deus,&nbsp;que, não poucas vezes, parecia colocar “entre parêntesis” o valor das mediações instituídas e da reflexão teológica&nbsp;abstrata. Surge, neste contexto e ao longo de “100 anos”, um feroz debate logomáquico acerca da <em>legitimidade</em> e&nbsp;da <em>importância</em>, dentro do edifício teológico católico, da “ciência experimental das coisas da outra vida”; quer dizer,&nbsp;de uma “mística” que passa a ser um substantivo justamente nesta centúria. O presente estudo, baseado numa&nbsp;epistemologia do amor consentânea com o estilo garciano de redação de textos acerca da mística, visa apresentar&nbsp;alguns dos mais salientes episódios e intervenientes de tal debate que marcou, como poucos, a compreensão de tão&nbsp;nobre aspeto da vida cristã. E apresenta-los ao redor de três etapas: a) A invasão mística; b) o apocalipse místico;&nbsp;e c) a capitulação da mística.</p> 2021-01-21T00:00:00+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://revistas.ucp.pt:443/index.php/lusitaniasacra/article/view/9661 Igreja de São José, Coimbra: história da sua construção 2021-03-30T15:46:55+00:00 João Alves da Cunha exemplo@ucp.pt <p>A Igreja de S. José em Coimbra, inaugurada a 19 de março de 1962, deve o seu traço ao arquiteto Álvaro&nbsp;da Fonseca, ao tempo funcionário da Direção Geral dos Serviços de Urbanização. A história da sua construção ficou&nbsp;marcada pelas muitas contrariedades que se sucederam desde que, em 1939, foi decidido substituir a então recém-inaugurada, mas já demasiado pequena, Igreja de S. José do Calhabé. Depois de rejeitado um primeiro estudo do&nbsp;arquiteto Alfredo Duarte Leal Machado, em 1945 foi o arquiteto Januário Godinho convidado a elaborar o projeto&nbsp;da nova igreja. A modernidade do projeto que apresentou, inspirado em modelos franceses recentes, deu origem&nbsp;a uma discussão paradigmática da contenda existente à época em Portugal relativa aos modelos arquitetónicos&nbsp;que se deviam construir neste país. De um lado, os defensores dos modelos modernos – como o arquiteto Porfírio&nbsp;Pardal Monteiro, que votou sozinho a favor do projeto de Januário Godinho; do outro, os defensores do “Português&nbsp;Suave”, arquitetura supostamente nacional, defendida à cabeça pelo Ministro das Obras Públicas, que elegeu as&nbsp;igrejas neo-tradicionalistas das Caldas da Rainha e do Bombarral, como modelos a seguir.&nbsp;</p> 2021-01-21T00:00:00+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://revistas.ucp.pt:443/index.php/lusitaniasacra/article/view/9662 A teatralização da imagem do Senhor Bom Jesus da Cana Verde em cena… 2021-03-30T15:46:50+00:00 Anderson Lino exemplo@ucp.pt <p>A imagem que representa o Senhor Bom Jesus da Cana Verde está estabelecida no município de Siqueira&nbsp;Campos, na região Norte Velho do Estado do Paraná, situado ao sul do Brasil. Essa imagem vem atraindo milhares&nbsp;de peregrinos desde fins do século XIX, quando era propriedade da família de Francisco Pinto. Porém, &nbsp;após os&nbsp;conflitos que se estabeleceram no Arraial Bom Jesus, em abril de 1933, a imagem passou para o poder da Igreja-Matriz. Com os investimentos realizados em torno do santuário a imagem chega a receber, na primeira semana&nbsp;do mês de agosto, aproximadamente 200 mil peregrinos. Entretanto, a grande reviravolta se deu em agosto de&nbsp;1967, quando frei Gabrielângelo Caramore apresentou nos cinemas uma história teatralizada &nbsp;em torno do Senhor&nbsp;Bom Jesus da Cana Verde.</p> 2021-01-21T00:00:00+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://revistas.ucp.pt:443/index.php/lusitaniasacra/article/view/9663 Um ano em torno da arquitetura religiosa moderna e contemporânea 2021-03-30T15:46:45+00:00 João Alves da Cunha exemplo@ucp.pt 2021-01-21T00:00:00+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://revistas.ucp.pt:443/index.php/lusitaniasacra/article/view/9664 A herança judaica na contemporaneidade: uma análise acerca da Exposição Internacional “Heranças e Vivências Judaicas em Portugal” 2021-03-30T15:46:40+00:00 Angelo Adriano Faria de Assis exemplo@ucp.pt Marcus Vinicius Reis exemplo@ucp.pt Paulo Mendes Pinto exemplo@ucp.pt 2021-01-21T00:00:00+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://revistas.ucp.pt:443/index.php/lusitaniasacra/article/view/9665 BØRRESEN, Kari Elizabeth; PRINZIVALLI, Emanuela, (eds.) – Las mujeres en la mirada de los antiguos escritos cristianos (siglos I-VI) 2021-03-30T15:46:35+00:00 Rosa Maria Spinoso Arcocha exemplo@ucp.pt 2021-01-21T00:00:00+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://revistas.ucp.pt:443/index.php/lusitaniasacra/article/view/9666 ALVES, Herculano – A Bíblia em Portugal, vol. 2: A Bíblia na Idade Média 2021-03-30T15:46:30+00:00 Alexandre Freire Duarte exemplo@ucp.pt 2021-01-21T00:00:00+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://revistas.ucp.pt:443/index.php/lusitaniasacra/article/view/9667 PAZOS, Antón M. (ed.) – La renovación de las peregrinaciones a Santiago de Compostela en el siglo XIX: entre tradición y modernidad 2021-03-30T15:46:24+00:00 Joana Lencart exemplo@ucp.pt 2021-01-21T00:00:00+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://revistas.ucp.pt:443/index.php/lusitaniasacra/article/view/9668 PINTO, Sérgio Ribeiro – Servidores de Deus e funcionários de César: o clero paroquial da Monarquia à República (1882-1917) 2021-03-30T15:46:19+00:00 Paulo da Conceição exemplo@ucp.pt 2021-01-21T00:00:00+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://revistas.ucp.pt:443/index.php/lusitaniasacra/article/view/9669 MAYERES-REBERNIK, Agathe – Le Saint Siège face à la «question de Palestine»: de la Déclaration Balfour à la création de l´État d'Israël 2021-03-30T15:46:15+00:00 António Montes Moreira exemplo@ucp.pt 2021-01-21T00:00:00+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://revistas.ucp.pt:443/index.php/lusitaniasacra/article/view/9670 MONTERO GARCÍA, Feliciano – El Movimiento Católico en España, 1889-1936 2021-03-30T15:46:09+00:00 João Miguel Almeida exemplo@ucp.pt 2021-01-21T00:00:00+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://revistas.ucp.pt:443/index.php/lusitaniasacra/article/view/9674 MARQUES, R.J.A. – Roteiro da vida do Padre Manuel Nunes Formigão. MONTELO, V.; FORMIGÃO, Pe. M.N. – As grandes maravilhas de Fátima. CARDOSO, A. P.; FERREIRA, G. – O Padre Formigão e a Mensagem de Fátima;. CARDOSO, A.P. - Dr. Manuel Nunes Formigão 2021-03-30T15:46:05+00:00 Margarida Rézio exemplo@ucp.pt 2021-01-21T00:00:00+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://revistas.ucp.pt:443/index.php/lusitaniasacra/article/view/9675 GONÇALVES, Leandro Pereira – Plínio Salgado: um católico integralista entre Portugal e o Brasil (1895-1975) 2021-03-30T15:45:59+00:00 Alexandre Luís de Oliveira exemplo@ucp.pt 2021-01-21T00:00:00+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://revistas.ucp.pt:443/index.php/lusitaniasacra/article/view/9676 ABREU, Adélio Fernando; AMARAL, Luís Carlos (coord.) – Dos Homens e da Memória: Contributos para a História da Diocese do Porto 2021-03-30T15:45:54+00:00 Pedro Vilas Boas Tavares exemplo@ucp.pt 2021-01-21T00:00:00+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://revistas.ucp.pt:443/index.php/lusitaniasacra/article/view/9677 MONTERO GARCIA, Feliciano; DE LA CUEVA MERINO, Julio; LOUZAO VILLAR, Joseba (ed.) – La historia religiosa de la España contemporánea: Balance y perspectivas 2021-03-30T15:45:48+00:00 Carlos A. Moreira Azevedo exemplo@ucp.pt 2021-01-21T00:00:00+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://revistas.ucp.pt:443/index.php/lusitaniasacra/article/view/9678 Deus é o existirmos e isto não ser tudo 2021-03-30T15:45:43+00:00 André Silva exemplo@ucp.pt 2021-01-21T00:00:00+00:00 ##submission.copyrightStatement## https://revistas.ucp.pt:443/index.php/lusitaniasacra/article/view/9679 Os retratos dos bispos do Porto na coleção do Paço Episcopal 2021-03-30T15:45:36+00:00 Isabel Teixeira Costa exemplo@ucp.pt 2021-01-21T00:00:00+00:00 ##submission.copyrightStatement##